Pular para o conteúdo
Protocolos
Compostos › Verificado em fonte primária

Exossomos

45.674 artigos, 83 ensaios randomizados e nenhum produto aprovado em agência nenhuma

Não aprovadoVerificado em fonte primária

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

Atenção específica deste composto: Não existe cosmético injetável no Brasil: a ANVISA diz, na página de cosméticos para tratamentos estéticos, que produto estético destinado a procedimento injetável não pode ser regularizado como cosmético. A Sociedade Brasileira de Dermatologia foi além e disse pelo nome, em nota técnica de setembro de 2024, que exossomos não podem ser aplicados em terapia injetável independentemente da técnica, da indicação, da competência do prescritor ou da qualidade do produto. E a razão pela qual esta página não traz tabela de dose é a mesma que torna o produto incomparável: dose de exossomo é anunciada em contagem de partículas, em micrograma de proteína, em mililitro ou em “frascos”, cada laboratório medindo pelo método que escolheu.

Resumo

Exossomo não é molécula: é vesícula extracelular de escala nanométrica, separada do meio em que células foram cultivadas — sem sequência para citar e sem pureza para conferir num laudo, na mesma categoria de problema do Thymalin. O consenso da própria área, o MISEV2023, ainda lista nomenclatura e separação de partículas não vesiculares entre os obstáculos abertos. O levantamento acha uma assimetria que não tem paralelo neste site: 45.674 artigos no PubMed e 83 ensaios randomizados, menos de 0,2% do total. Dos 378 registros no ClinicalTrials.gov, 142 são observacionais — medem exossomo como marcador, não tratam ninguém com ele — e só 9 têm resultado postado. Abri os nove registros de fase 3: um é um estudo de PET/CT em câncer de próstata que entrou na busca por citar “exosome analysis”, sete dos outros oito têm 135 participantes ou menos, e o único grande é a EXTINGUISH ARDS, com 970 participantes, ainda recrutando até 2027. A fase 2 do mesmo produto, publicada no Chest, não bateu o desfecho primário: o que bateu foi subgrupo post hoc. Na FDA, conferido em 12 de setembro de 2026, não existe exossomo aprovado — e as cartas de advertência continuam saindo, a última que verifiquei em fevereiro de 2026.

O que é — e o nome já é o primeiro problema

Exossomo não é uma molécula. É uma vesícula extracelular de escala nanométrica, liberada por células — nas preparações vendidas, quase sempre células-tronco mesenquimais de cordão umbilical, placenta ou tecido adiposo, ou células da papila dérmica. O que se compra não é uma substância definida: é o material separado do meio em que essas células foram cultivadas.

Isso põe os exossomos na mesma categoria de problema do Thymalin, que é extrato de timo bovino: não existe sequência para citar, não existe pureza para conferir num laudo, e dois frascos com o mesmo nome podem não ser a mesma coisa. A diferença é que o Thymalin não finge ser molécula, e “exossomo” soa como se fosse.

A dificuldade não é minha nem é de quem vende: é da própria área. O documento de consenso da International Society for Extracellular Vesicles — o MISEV2023, escrito com contribuição de mais de mil pesquisadores — lista, entre os obstáculos ainda abertos do campo, os desafios de nomenclatura e a separação das vesículas em relação a partículas extracelulares não vesiculares. Em português claro: a sociedade científica da área diz que nomear e purificar continuam sendo problemas não resolvidos.

Esta página não veio da fonte secundária que originou a maior parte deste site. Foi montada do zero, no PubMed, no ClinicalTrials.gov, na base de rótulos da FDA e no dado aberto da ANVISA.

Quanta evidência existe, de verdade

Os números abaixo foram levantados por mim em 12 de setembro de 2026. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

Cada consulta está escrita inteira, e não como “a mesma de cima mais um filtro”: assim cada linha reproduz sozinha, num só colar, e o script que reconfere as contagens deste site consegue rodar todas. Abreviar a consulta é o defeito que esta referência já cometeu uma vez e resolveu com uma trava.

BaseConsultaResultado
PubMedexosome OR exosomes45.674 artigos
PubMed(exosome OR exosomes) AND (Clinical Trial[Publication Type] OR Randomized Controlled Trial[Publication Type])168 artigos
PubMed(exosome OR exosomes) AND Randomized Controlled Trial[Publication Type]83 artigos
ClinicalTrials.govcampo de intervenção: exosome OR exosomes378 estudos registrados
ClinicalTrials.govcampo de intervenção: (exosome OR exosomes) AND AREA[StudyType]INTERVENTIONAL235 estudos
ClinicalTrials.govcampo de intervenção: (exosome OR exosomes) AND AREA[StudyType]OBSERVATIONAL142 estudos
ClinicalTrials.govcampo de intervenção: (exosome OR exosomes) AND AREA[Phase]PHASE39 registros
ClinicalTrials.govcampo de intervenção: (exosome OR exosomes) AND AREA[ResultsFirstPostDate]RANGE[MIN,MAX]9 estudos com resultado postado

E nas duas agências

As duas bases regulatórias ficam fora da tabela acima porque não são contagem de literatura, e o script que reconfere as contagens deste site só sabe repetir PubMed e ClinicalTrials.gov. Rodei as duas à mão em 12 de setembro de 2026.

Na base de rótulos da FDA, openfda.generic_name:"exosome" devolve NOT_FOUNDzero rótulos. A busca livre por exosome na mesma base devolve 3 rótulos, e nenhum deles é produto aprovado; o que são está na seção da FDA, mais abaixo.

No dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA, exossom e exosom devolvem zero ocorrências. O que essa ausência significa — e o que ela não significa — está na seção sobre o Brasil.

Onde a conta não fecha

  • 45.674 artigos e 83 ensaios randomizados. Os randomizados são menos de 0,2% da literatura; com o filtro mais largo, de qualquer tipo de ensaio clínico, são 168 — menos de 0,4%. Nenhum outro composto deste site tem uma assimetria dessa ordem.
  • 142 dos 378 registros são observacionais, não intervencionais. A maior parte deles não dá exossomo a ninguém: mede exossomo no sangue como marcador de doença. É outro assunto, e é de onde vem boa parte do prestígio da palavra.
  • 9 dos 378 registros têm resultado postado na própria base. Registro sem resultado não é evidência: é intenção declarada.
  • O tamanho da literatura mede a biologia, não o produto. Exossomo é um mecanismo celular real, estudado desde antes de existir clínica vendendo frasco — do mesmo modo que citocromo C tem centenas de artigos de bioquímica que nada dizem sobre o injetável. Contagem alta aqui não é sinal de tratamento validado.

Os nove “de fase 3”, um a um

“Nove ensaios de fase 3” é o tipo de número que circula em material de venda. Abri os nove. Quatro são fase 3 pura; cinco são fase 2/3, o rótulo combinado. E um deles não é terapia com exossomo nenhuma.

RegistroDesenhonSituaçãoO que é
NCT05354141
EXTINGUISH ARDS
Fase 3, ExoFlo por via intravenosa contra soro fisiológico, em SDRA970Recrutando, conclusão prevista para 31/12/2027O único grande. Patrocínio da Direct Biologics, a fabricante
NCT07480161Fase 2/3, disfunção erétil no diabetes: células-tronco de cordão, exossomos delas e placebo intracavernoso90Recrutando (Ankara City Hospital Bilkent)Braço de exossomo separado do braço de célula
NCT05413148Fase 2/3, retinose pigmentar, injeção subtenoniana135UNKNOWN — patrocinador parou de atualizarCélula e exossomo em braços distintos
NCT05216562Fase 2/3, COVID-19 moderado, exossomo de célula mesenquimal por via intravenosa contra placebo60UNKNOWN, conclusão estimada em dezembro de 2022Indonésia
NCT02138331Fase 2/3, diabetes tipo 1, microvesículas e exossomos de célula mesenquimal20UNKNOWN, conclusão estimada em setembro de 2014Egito. Doze anos sem resultado publicado que eu tenha encontrado
NCT06539273Fase 3, alopecia androgenética, complexo de exossomo e RNA30Concluído em 05/05/2024Yeditepe University Hospital
NCT07281690Fase 3, laser Nd:YAG de 1064 nm com exossomo tópico de cordão umbilical20Concluído em 17/07/2025Patrocínio de uma clínica de estética
NCT07466953Fase 3, exossomo de célula mesenquimal intradérmico em qualidade da pele facial40Ainda não recrutando, início estimado em 10/07/2026Investigador individual como patrocinador
NCT03824275Fase 2/3, PET/CT com 18F-DCFPyL em câncer de próstata129Ativo, sem recrutarNão é terapia com exossomo. Entrou na busca porque a descrição cita exosome analysis numa coleta de biópsia líquida

O que a leitura dos nove mostra

  • Sem o estudo de PET/CT, sobram oito. Um falso positivo em nove é a razão pela qual eu trato os 378 registros como teto, e não como contagem de terapias com exossomo.
  • Sete dos oito têm 135 participantes ou menos. Vinte, trinta, quarenta, sessenta, noventa, cento e trinta e cinco. “Fase 3” aqui não significa o que significa num programa de registro: significa o rótulo que o patrocinador escolheu no formulário.
  • Três dos oito estão em UNKNOWN — a marca que o registro aplica quando o patrocinador para de atualizar. Um deles deveria ter terminado em 2014.
  • Metade é estética. Pele facial, alopecia, laser. É onde está o mercado, e é onde os ensaios são menores.

O único programa grande, e o que ele achou

O ExoFlo, da Direct Biologics, é vesícula extracelular de célula mesenquimal de medula óssea. É o único exossomo deste levantamento com programa clínico sério, e o resultado publicado merece ser lido inteiro, não pela manchete.

A fase 2 saiu no Chest em dezembro de 2023 (NCT04493242): 102 pacientes com SDRA moderada a grave por COVID-19, em cinco centros nos Estados Unidos, randomizados para placebo, 10 mL ou 15 mL de ExoFlo nos dias 1 e 4. O desfecho primário era mortalidade por qualquer causa em 60 dias.

O desfecho primário não bateu. A redução com 15 mL contra placebo veio não significante (χ², P = 0,1343). O que bateu foi análise de subgrupo post hoc: risco relativo de 0,385 (IC 95% 0,159–0,931; P = 0,0340; n = 50) e, entre 18 e 65 anos, 0,423 (IC 95% 0,173–1,032; P = 0,0588; n = 24). Dias livres de ventilação melhoraram (P = 0,0455; n = 50). Nenhum evento adverso relacionado ao tratamento foi relatado.

Subgrupo post hoc gera hipótese; não confirma efeito — é para isso que existe a fase 3, e é exatamente o que a EXTINGUISH ARDS, com 970 participantes, está rodando até o fim de 2027. O artigo é assinado pelo diretor médico e por funcionários da fabricante, com o conflito declarado, e recebeu errata em 2024.

O outro dado humano com desenho comparativo que encontrei é o EXO-CD24, vesícula inalada: 35 pacientes tratados em 2020 contra 105 controles pareados, seguimento retrospectivo de 4,6 anos, nenhuma morte no grupo tratado contra 14 (13,3%) nos controles. É retrospectivo e pareado, não randomizado — o desenho mais sujeito a seleção que existe entre os que comparam grupos.

Onde o mercado está: pele, cabelo e joelho

Quase tudo que se vende como exossomo no Brasil é estética. Fui ver o que a literatura sustenta nesses três terrenos.

Cabelo. Uma revisão sistemática de 2026 reuniu 39 estudos publicados entre 2019 e 2025 sobre exossomo em alopecia androgenética. Os estudos clínicos iniciais relatam ganho de 8% a 20% em densidade capilar — e os próprios autores listam as limitações: amostras pequenas, desenho retrospectivo, ausência de grupo controle e desfechos medidos de formas diferentes em cada estudo. A conclusão pede ensaios randomizados grandes, com desfecho padronizado e produção em boas práticas de fabricação, antes de adoção clínica ampla.

Joelho. A melhor síntese quantitativa que encontrei sobre exossomo em artrose de joelho é uma meta-análise em rede de 2026 com 27 ensaios randomizados — em 456 ratos. O efeito no dano histopatológico da cartilagem é grande (SMD de −3,78; IC 95% −4,76 a −2,80), e continua sendo rato. Os próprios autores dizem que serve para otimização pré-clínica e geração de hipótese clínica.

Pele. Os ensaios que existem são pequenos e de face dividida, muitos comparando exossomo somado a laser ou a microagulhamento contra o procedimento sozinho — desenho que mede o acréscimo, e no qual o procedimento base já produz efeito.

O contorno comercial disso foi medido. Um levantamento de 2023 analisou 978 empresas que anunciavam célula-tronco e exossomo direto ao consumidor nos Estados Unidos; menos da metade fazia alguma afirmação identificável sobre segurança e eficácia do que vendia. No recorte de COVID-19, 38 empresas operando ou intermediando 60 clínicas, com preço de US$ 2.950 a US$ 25.000 e média anunciada de US$ 11.322.

O que a FDA diz, com data

  • 06/12/2019 — notificação pública de segurança. A agência informou múltiplos relatos de eventos adversos graves em pacientes de Nebraska tratados com produtos não aprovados vendidos como contendo exossomos. Os relatos chegaram à FDA pelo CDC, e as agências trabalharam com o departamento de saúde do estado.
  • A frase central, literal: “There are currently no FDA-approved exosome products.” Reconferida por mim na página da agência em 12 de setembro de 2026.
  • Exossomo para tratar doença é droga e produto biológico, sujeito a revisão e aprovação prévias, sob o Public Health Service Act e o Federal Food, Drug, and Cosmetic Act. A FDA registra que clínicas alegam que esses produtos escapam das regras de medicamento e responde que isso “is simply untrue”.
  • O que a agência manda o paciente fazer: perguntar se a FDA revisou o tratamento e pedir o número do IND — a autorização de pesquisa — antes de aceitar a aplicação.
  • As cartas de advertência continuam saindo. Conferi duas: Platinum Biologics, de Orlando, em 15/08/2025, pelos produtos “NanoEx” e “Nano Xsomes”, com a frase “Your products are not the subject of an approved BLA”; e Dynamic Stem Cell Therapy, de Henderson, Nevada, em 11/02/2026, que remete à mesma notificação de 2019. Não contei quantas existem — verifiquei estas duas.
  • A pegadinha da base de rótulos. A busca livre por exosome devolve 3 rótulos: uma solução de exossomo de placenta com alegação de antienvelhecimento, uma ampola contra queda de cabelo e um fluido de cicatrização. Nenhum tem número de aprovação, e estar listado na base de rótulos não é ser aprovado — a base recebe também produto sem aprovação. A busca por nome genérico não devolve nada.

O que existe no Brasil

Baixei o dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA em 12 de setembro de 2026 e procurei exossom e exosom: zero ocorrências. Não há medicamento com exossomo registrado nessa base — e isso não fecha a pergunta, porque essa base não cobre Produto de Terapia Avançada, que tem registro separado sob a RDC 505/2021 — a mesma armadilha descrita em Casgevy. Se algum exossomo foi protocolado como terapia avançada, não é ali que apareceria. NÃO VERIFIQUEI a lista de produtos de terapia avançada: a página oficial que deveria exibi-la não renderiza produto nenhum.

O que está verificado na ANVISA é o enquadramento, e ele é direto. Na página da agência sobre cosméticos para tratamentos estéticos, publicada em 16/11/2023: “Produtos estéticos destinados a procedimentos injetáveis não podem ser regularizados como cosméticos.” Injetável entra como medicamento ou produto para a saúde, e não existe cosmético injetável.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia tratou do assunto pelo nome em nota técnica de 13/09/2024: “tais produtos não podem ser aplicados em terapias injetáveis, independentemente da técnica, da indicação, da competência técnica do prescritor ou da qualidade do produto.”

A mesma nota afirma que a ANVISA classifica exossomos como cosméticos, de uso restrito ao tópico. Registro isso como afirmação da SBD, não como ato que eu tenha lido. Procurei e não encontrei a resolução ou nota da ANVISA que diga isso sobre exossomos pelo nome — e não vou afirmar pela agência o que li na sociedade.

Por que não há tabela de dose nesta página

Porque não existe unidade que atravesse os produtos. Uma dose de exossomo é anunciada às vezes em contagem de partículas, às vezes em microgramas de proteína, às vezes em mililitros, às vezes em “frascos” — e cada laboratório mede pelo método que escolheu, num campo cujo próprio consenso trata separação e caracterização como problema aberto.

Montar uma tabela de diluição aqui daria aparência de protocolo a algo que não tem dose aprovada, apresentação registrada nem lote comparável. É a mesma decisão tomada nas páginas do Thymalin, dos bioreguladores e da mazdutida: onde não há número que signifique a mesma coisa duas vezes, a tabela é invenção com aparência de dado.

O que este levantamento não fez

  • Li resumos e registros, não artigos inteiros. As exceções são as páginas da FDA, da ANVISA e da SBD, que abri e li — e das quais as frases citadas são literais.
  • Não consultei agência asiática nem europeia. O mercado cosmético de exossomo é maior na Coreia do Sul, no Japão e na China, e eu não tenho nada verificado sobre MFDS, PMDA, NMPA ou EMA. Ausência aqui não é ausência lá.
  • Não achei descrição revisada por pares do surto de Nebraska. A única fonte é a notificação da FDA, que não nomeia a clínica, o produto, o número de pacientes nem o microrganismo. O que se sabe é o que a agência escreveu.
  • Não cobri exossomo como diagnóstico. Os 142 registros observacionais são em boa parte biópsia líquida e marcador de doença — outro assunto, e fora do escopo deste site.
  • A contagem do ClinicalTrials.gov é teto, não medida. A busca por campo de intervenção captura registro que apenas menciona exossomo, e o caso do PET/CT prova. Quem quiser número exato de terapias com exossomo tem que abrir os 378, um a um; eu abri os nove de fase 3.
  • Não há tabela de reconstituição nesta página, por decisão, pela razão da seção acima.

Referências

Esta página não veio da fonte secundária. Cada número desta página foi levantado por mim em 12 de setembro de 2026 no PubMed, no ClinicalTrials.gov, na base de rótulos da FDA, no dado aberto da ANVISA e nas páginas da FDA, da ANVISA e da Sociedade Brasileira de Dermatologia, e a consulta usada está declarada acima. Esta página foi apurada em dia próprio, e por isso carrega data própria.
  1. FDA. Public Safety Notification on Exosome Products, 6 de dezembro de 2019 — a origem da frase “There are currently no FDA-approved exosome products” e do relato dos eventos adversos graves em Nebraska.
  2. FDA. Public Safety Alert Due to Marketing of Unapproved Stem Cell and Exosome Products — a versão em alerta ao consumidor, com a orientação de pedir o número do IND.
  3. FDA. Carta de advertência a Platinum Biologics LLC, 15 de agosto de 2025 — produtos “NanoEx” e “Nano Xsomes”, sem BLA aprovado.
  4. FDA. Carta de advertência a Dynamic Stem Cell Therapy, 11 de fevereiro de 2026 — remete à notificação de 2019 sobre exossomos.
  5. Lightner AL et al. Bone Marrow Mesenchymal Stem Cell-Derived Extracellular Vesicle Infusion for the Treatment of Respiratory Failure From COVID-19: A Randomized, Placebo-Controlled Dosing Clinical Trial. Chest. 2023;164(6):1444-1453 — ExoFlo, fase 2, NCT04493242, 102 pacientes, desfecho primário não significante.
  6. Registro da EXTINGUISH ARDS no ClinicalTrials.gov — fase 3 de ExoFlo, 970 participantes, conclusão prevista para o fim de 2027.
  7. Shapira S et al. Reduced Mortality in COVID-19 Patients Treated With Inhaled Extracellular Vesicles Expressing CD24. J Extracell Vesicles. 2026;15(3):e70253 — 35 tratados contra 105 controles pareados, seguimento retrospectivo de 4,6 anos.
  8. Malih S et al. Exosome-driven treatments for hair regrowth in androgenetic alopecia: a systematic review of preclinical studies, clinical experiments, safety, and future prospects. Mol Biol Rep. 2026;53(1):1046 — 39 estudos, ganho relatado de 8% a 20% em densidade capilar e as limitações de desenho.
  9. Zhao Y et al. Exosome therapy for knee osteoarthritis: a network meta-analysis based on rat models. Stem Cells Transl Med. 2026;15(9):szag069 — 27 ensaios randomizados, 456 ratos.
  10. Turner L et al. Safety and efficacy claims made by US businesses marketing purported stem cell treatments and exosome therapies. Regen Med. 2023;18(10):781-793 — 978 empresas analisadas.
  11. Turner L et al. Businesses marketing purported stem cell treatments and exosome therapies for COVID-19: An analysis of direct-to-consumer online advertising claims. Stem Cell Reports. 2023;18(11):2010-2015 — 38 empresas, 60 clínicas, de US$ 2.950 a US$ 25.000.
  12. Welsh JA et al. Minimal information for studies of extracellular vesicles (MISEV2023): From basic to advanced approaches. J Extracell Vesicles. 2024;13(2):e12404 — o consenso da ISEV, que lista nomenclatura e separação de partículas não vesiculares entre os obstáculos abertos.
  13. Registro do NCT03824275 no ClinicalTrials.gov — o estudo de PET/CT em câncer de próstata que entra na busca por “exosome analysis” na descrição, e não é terapia com exossomo.
  14. ANVISA. Cosméticos para tratamentos estéticos, publicado em 16 de novembro de 2023 — “Produtos estéticos destinados a procedimentos injetáveis não podem ser regularizados como cosméticos”.
  15. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Nota técnica sobre o uso dermatológico de exossomos, 13 de setembro de 2024.
  16. API pública de rótulos da FDA, usada para confirmar a ausência de produto aprovado e para achar os três rótulos listados.
  17. Dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA, a mesma base usada na página O que existe no Brasil.

← Voltar para todos os compostos