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Compostos › Reparo e tecido

BPC-157

O peptídeo de reparo mais discutido — e quase só em modelo animal

Não aprovadoReparo e tecido

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

No Brasil: nenhum medicamento registrado com este princípio ativo. Conferido em 4 de setembro de 2026 no dado aberto da ANVISA, com 43.489 registros. Não existe bula brasileira, dose aprovada nem lote fiscalizado — o que circula é importação ou manipulação. A varredura completa está em O que existe no Brasil.
Atenção específica deste composto: A base de evidência é quase inteiramente pré-clínica. Ensaio humano controlado é escasso.

Resumo

Sigla de Body Protection Compound 157. Peptídeo sintético de 15 aminoácidos derivado de uma sequência identificada no suco gástrico humano nos anos 1990. A maior parte da pesquisa está em modelos animais de tendão, ligamento e trato digestivo. É o componente de reparo mais presente nas combinações (GLOW, KLOW, Wolverine).

Referência rápida

Vias estudadas
Subcutânea é a mais comum; oral, IM e IV aparecem na literatura.
Formato do esquema
O total diário costuma ser dividido em uma ou duas doses.
Medida
Cálculo pela concentração do frasco e unidades da seringa U-100.
Status
Evidência majoritariamente pré-clínica. Não aprovado pela FDA (junho/2026).

BPC-157 Formatos de protocolo

BPC-157 Formatos de protocolo
Faixa de planejamentoFaixa por doseFrequênciaContexto típico
Baixo~250 mcg1×/diamanutenção / planejamento geral
Padrão~250 mcg2×/diaA maioria dos protocolos pré-clínicos publicados e das referências de comunidade
Alto~500 mcg2×/diaPlanejamento de curto prazo para lesão aguda

BPC-157 Formatos de protocolo

BPC-157 Formatos de protocolo
AbordagemDuraçãoPonto de revisãoIndicado para
Padrão4–6 semanasSemana 4Planejamento geral
Estendido6–8 semanasSemana 6Modelos de lesão resistente
Long8–12 semanasSemana 8Planejamento para tecido de remodelamento lento

BPC-157 Guia de reconstituição

BPC-157 Guia de reconstituição
Água bacteriostáticaConcentraçãoVolume para a dose de 250 mcgVolume para a dose de 500 mcgDoses por frasco a 250 mcg
2 mL5.000 mcg/mL0,05 mL = 5 unidades0,10 mL = 10 unidades40
3 mL3.333 mcg/mL0,075 mL = ~7,5 unidades0,15 mL = 15 unidades40

BPC-157 Linha do tempo e o que monitorar

BPC-157 Linha do tempo e o que monitorar
TimeframeCostuma ser acompanhadoObservações
Dias 1–7Relatos de dor aguda e resposta no local da injeçãoA violação de regra antidoping vale imediatamente para atleta testado.
Semanas 1–2Amplitude de movimento e autorrelato funcional em séries de casosReflete mudança de sintoma, não cicatrização estrutural.
Semanas 4–6Desfechos de tendão e ligamento em modelos animaisOs trabalhos com tendão de roedor costumam avaliar nessa janela.
Semanas 6–12Relatos de comunidade com ciclo estendidoNenhum ECR humano cobre essa duração.

BPC-157 vs. TB-500 vs. combinação Wolverine

BPC-157 vs. TB-500 vs. combinação Wolverine
ItemBPC-157TB-500
ClassPentadecapeptídeo sintético de 15 aminoácidosFragmento sintético da timosina beta-4, com 17 aminoácidos
Foco comum de pesquisaModelos de tendão, intestino e vaso; estável no trato digestivo para pesquisa oralMigração celular; modelos de tecido mole e músculo
Via de pesquisa mais comumSubcutânea; cápsulas orais também são usadasSubcutânea; intervalos de dose maiores que os do BPC-157
Padrão de meia-vidaMeia-vida plasmática curta (<30 min) em estudos de farmacocinética animalAção sinalizadora mais longa; dose menos frequente
Referências combinadasFrequentemente pareado com TB-500 no planejamento de comunidade (combinação Wolverine)Mesmo pareamento
Status regulatórioRetirado da Categoria 2 da FDA em 22/04/2026; não aprovadoTambém retirado da Categoria 2 da FDA em 22/04/2026; não aprovado

Armazenamento e manuseio

As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.

  • Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
  • Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
  • Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
  • Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
  • Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
  • Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.

Exames e monitoramento

Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.

  • Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
  • Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
  • Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
  • Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.

Limites da evidência

O que estes números são e o que não são. Os valores acima foram preservados exatamente como aparecem na fonte, sem reinterpretação. O que a fonte descreve como prática de comunidade está marcado assim nas tabelas; o que veio de ensaio publicado também. Uma dose repetida por muita gente não vira dose validada por repetição.

Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.

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