Tesamorelina + Ipamorelina
Duas portas diferentes para o mesmo pulso de GH
Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.
Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.
A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.
Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.
Resumo
Junta dois compostos que elevam o hormônio do crescimento por portas diferentes. A tesamorelina é análogo sintético de GHRH: copia o hormônio liberador e diz à hipófise que produza. A ipamorelina age pela via da grelina. As blends comerciais aparecem em proporções 10/3 e 5/5.
Referência rápida
- Reconstituição
- 3,0 mL de água bacteriostática em qualquer dos frascos. 10/3 → ~4,33 mg/mL no total; 5/5 → ~3,33 mg/mL.
- Medida
- Na U-100, 10 unidades = 0,10 mL. No 10/3 isso dá ~0,33 mg de tesamorelina + ~0,10 mg de ipamorelina.
- Esquema
- Subcutânea 1×/dia é a estrutura comum; a dose noturna é escolhida para acompanhar a liberação natural de GH.
- Status
- Não aprovado como blend.
Proporção da blend tesamorelina + ipamorelina (10/3 vs. 5/5)
| frasco | Tesamorelin | Ipamorelin | Total peptide | Puxa mais para |
|---|---|---|---|---|
| 10/3 | 10 mg | 3 mg | 13 mg | Predomínio de GHRH (mais tesamorelina por aspiração) |
| 5/5 | 5 mg | 5 mg | 10 mg | Equilíbrio 1:1 entre GHRH e mimético de grelina |
Reconstituição por formato de frasco
| frasco | Total mg | Concentração | 10 unidades (0,10 mL) entregam |
|---|---|---|---|
| 10/3 | 13 mg | 4,33 mg/mL no total | 0,33 mg de tesamorelina + 0,10 mg de ipamorelina |
| 5/5 | 10 mg | 3,33 mg/mL no total | 0,167 mg de tesamorelina + 0,167 mg de ipamorelina |
Tesamorelina + ipamorelina vs. sermorelina e blends de CJC-1295
| Option | Lado GHRH | Lado secretagogo | Note |
|---|---|---|---|
| Tesamorelina + ipamorelina | Tesamorelina (estudada pela FDA) | Ipamorelin | A evidência mais forte entre as opções de GHRH listadas aqui. |
| Sermorelina + ipamorelina | Sermorelina (ação mais curta) | Ipamorelin | A sermorelina é um GHRH clássico, porém menos potente e estável que a tesamorelina. |
| CJC-1295 + ipamorelina | CJC-1295 (GHRH de ação mais longa) | Ipamorelin | O CJC-1295 estende a sinalização de GHRH; pareamento alternativo comum. |
Armazenamento e manuseio
As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.
- Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
- Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
- Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
- Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
- Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
- Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.
Exames e monitoramento
Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.
- Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
- Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
- Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
- Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.
Limites da evidência
Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.