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Compostos › Longevidade e mitocôndria

Humanina (HNG)

Peptídeo codificado na mitocôndria, não no núcleo

Não aprovadoLongevidade e mitocôndria

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

No Brasil: nenhum medicamento registrado com este princípio ativo. Conferido em 4 de setembro de 2026 no dado aberto da ANVISA, com 43.489 registros. Não existe bula brasileira, dose aprovada nem lote fiscalizado — o que circula é importação ou manipulação. A varredura completa está em O que existe no Brasil.

Resumo

Pequeno peptídeo derivado da mitocôndria — um dos primeiros mostrados como codificados no DNA mitocondrial em vez de no núcleo da célula. O interesse está em sobrevivência celular, função mitocondrial e neuroproteção. HNG é uma variante mais potente usada em pesquisa.

Referência rápida

Via
Subcutânea é a mais descrita. Estudos animais frequentemente usam intraperitoneal.
Esquema
Protocolos animais com HNG usam dose 2×/semana. Planos de comunidade vão de diário a 3×/semana.
Ciclo
Tipicamente 4–12 semanas, com pausas.
Status
Não aprovado. Nenhum ECR humano publicado de humanina ou HNG (junho/2026).

Estrutura do ciclo

Estrutura do ciclo
AbordagemDuraçãoPonto de revisãoObservações
Short4 semanasSemana 4Duração de entrada comum no planejamento de comunidade
Padrão6–8 semanasSemana 6Duração de ciclo mais comum no planejamento
Estendido12 semanasSemana 8 e semana 12Usado em estudos animais; o equivalente humano não foi estudado

Humanin Guia de reconstituição

Humanin Guia de reconstituição
SettingValor
Frasco20 mg
Água bacteriostática2,0 mL
Concentração final10 mg/mL
Dose de 1 mg por sessão0,10 mL = 10 unidades na seringa U-100
Dose de 0,5 mg por sessão0,05 mL = 5 unidades na seringa U-100

Humanina vs. MOTS-c vs. SS-31

Humanina vs. MOTS-c vs. SS-31
PeptideOriginInteresse principal de pesquisaStatus de aprovação
HumaninCodificado na região 16S do rRNA mitocondrial; 24 aminoácidosCytoprotection, neuroprotection, metabolic e cardiac aging modelsNão aprovado pela FDA
MOTS-cCodificado na região 12S do rRNA mitocondrial; 16 aminoácidosMetabolismo do músculo esquelético, sensibilidade à insulina e biologia do exercícioNão aprovado pela FDA
SS-31 (elamipretide)Sintético, não codificado na mitocôndriaProteção da cardiolipina mitocondrial; investigado em doença mitocondrial primária e em ensaios de síndrome de BarthNão aprovado pela FDA (há relatos de ressalvas na via de aprovação acelerada em abril de 2025; confirmar o status atual)

Armazenamento e manuseio

As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.

  • Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
  • Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
  • Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
  • Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
  • Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
  • Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.

Exames e monitoramento

Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.

  • Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
  • Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
  • Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
  • Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.

Limites da evidência

O que estes números são e o que não são. Os valores acima foram preservados exatamente como aparecem na fonte, sem reinterpretação. O que a fonte descreve como prática de comunidade está marcado assim nas tabelas; o que veio de ensaio publicado também. Uma dose repetida por muita gente não vira dose validada por repetição.

Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.

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