Sermorelina (GRF 1-29)
Cópia dos 29 primeiros aminoácidos do GHRH
Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.
Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.
A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.
Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.
Resumo
Peptídeo que copia os 29 primeiros aminoácidos do hormônio liberador de GH natural do corpo. Também chamado GRF 1-29 ou acetato de sermorelina. A cópia curta ainda encaixa no receptor de GHRH da hipófise. Já teve aprovação nos EUA como teste diagnóstico, depois retirada do mercado.
Referência rápida
- Dose comum
- 200–300 mcg SC à noite. A titulação costuma começar em 100 mcg.
- Meia-vida
- Cerca de 11–12 minutos. É por isso que é noturna, e não semanal.
- Reconstituição
- 3 mL de água bacteriostática num frasco de 10 mg dá 3 unidades por 100 mcg na U-100.
- Horário
- 30–60 minutos antes de dormir, de estômago vazio. Insulina e refeição reduzem o pulso de GH.
Typical Titration Esquema
| Fase | Time | Dose nightly | Observações |
|---|---|---|---|
| Initiation | Semanas 1–2 | 100 mcg | Observar reações no local da injeção e mudanças no sono. |
| Padrão | Semanas 3–4 | 200 mcg | Faixa terapêutica inicial comum nos protocolos de consultório. |
| Optimization | Semanas 5–8 | 300 mcg | Costuma vir acompanhada de IGF-1 e exames de tireoide no marco de 6 semanas. |
| Elevated | Semana 9 em diante | 400-500 mcg | Extremo superior, se a resposta a 300 mcg não bastar. Acompanhar a tendência do IGF-1. |
Sermorelin Linha do tempo e o que monitorar
| Timepoint | O que checar | Por quê |
|---|---|---|
| Basal | IGF-1, painel tireoidiano completo, glicemia de jejum e painel metabólico completo | Estabelecer os valores iniciais antes de começar e descartar hipotireoidismo não tratado. |
| Semanas 2–4 | Qualidade subjetiva do sono, recuperação e tolerância no local da injeção | Mudanças no sono costumam ser a primeira alteração relatada. |
| Semana 6 | Repetir IGF-1 e painel tireoidiano | Primeira checagem objetiva de que o protocolo está produzindo resposta de GH/IGF-1. |
| Semana 12 | Repetir IGF-1, painel tireoidiano e marcadores de composição corporal, se pertinente | Ponto médio de um ciclo de 3 a 6 meses. |
| Mês 6 | Repetição completa dos exames basais, mais composição corporal | A maioria dos protocolos de consultório reavalia o ciclo por volta desse ponto. |
Armazenamento e manuseio
As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.
- Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
- Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
- Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
- Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
- Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
- Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.
Exames e monitoramento
Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.
- Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
- Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
- Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
- Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.
Limites da evidência
Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.