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Protocolos
Compostos › Reparo e tecido

ARA-290 (cibinetida)

Fragmento da EPO sem o efeito sobre hemácias

Não aprovadoReparo e tecido

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

No Brasil: nenhum medicamento registrado com este princípio ativo. Conferido em 4 de setembro de 2026 no dado aberto da ANVISA, com 43.489 registros. Não existe bula brasileira, dose aprovada nem lote fiscalizado — o que circula é importação ou manipulação. A varredura completa está em O que existe no Brasil.

Resumo

Peptídeo de 11 aminoácidos construído a partir de um trecho da molécula de eritropoetina (EPO). Foi desenhado para preservar a sinalização de reparo tecidual e anti-inflamatória da EPO, retirando a parte que estimula a produção de hemácias. A pesquisa mais consistente está em neuropatia de fibras finas.

Referência rápida

O que é
Agonista do receptor de reparo inato, derivado da EPO, sem efeito eritropoético.
Via
Injeção subcutânea; ensaios iniciais também usaram intravenosa.
Doses de ensaio
1–8 mg/dia SC na fase 2; 4 mg foi a dose central.
Status
Não aprovado; só designação órfã/fast-track. Desenvolvimento parado.

Protocolo e esquema de dose

Protocolo e esquema de dose
Contexto do estudoDose & routeEsquema
Piloto em sarcoidose (2012)2 mg por via intravenosa3×/semana, 4 semanas
Sarcoidose com neuropatia de fibras finas (2013)diário subQ28 dias
Neuropatia do diabetes tipo 2 (2014)4 mg por via subcutâneadiário, 28 dias
Fase 2b em sarcoidose (2017)1, 4, ou 8 mg subQdiário, 28 dias
Edema macular diabético (2020)4 mg por via subcutâneadiário, 12 semanas

Protocolo e esquema de dose

Protocolo e esquema de dose
ItemComumente relatado
Faixa típica1-4 mg/dia
Faixa mais alta citadaaté 8 mg/dia (teto do ensaio)
Frequência1×/dia
ciclo lengthcerca de 4 semanas, acompanhando os blocos do estudo
ViaSubcutaneous injeção

ARA-290 Guia de reconstituição

ARA-290 Guia de reconstituição
DoseVolumeU-100 unidades
1 mg0,13 mL~13 unidades
2 mg0,25 mL25 unidades
4 mg0,50 mL50 unidades

ARA-290 vs. BPC-157 e peptídeos próximos

ARA-290 vs. BPC-157 e peptídeos próximos
PeptideEnquadramento principal da pesquisaMelhor evidência humana
ARA-290Reparo nervoso, dor neuropática e inflamaçãoECRs de fase 2 (sarcoidose e diabetes)
BPC-157Recuperação ampla de tecido moleMajoritariamente pré-clínico
TB-500Reparo tecidual e recuperaçãoMajoritariamente pré-clínico
KPVFragmento anti-inflamatórioMajoritariamente pré-clínico

Armazenamento e manuseio

As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.

  • Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
  • Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
  • Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
  • Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
  • Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
  • Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.

Exames e monitoramento

Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.

  • Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
  • Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
  • Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
  • Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.

Limites da evidência

O que estes números são e o que não são. Os valores acima foram preservados exatamente como aparecem na fonte, sem reinterpretação. O que a fonte descreve como prática de comunidade está marcado assim nas tabelas; o que veio de ensaio publicado também. Uma dose repetida por muita gente não vira dose validada por repetição.

Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.

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