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Compostos › Eixo do hormônio do crescimento

IGF-1 LR3

Análogo de IGF-1 de ação longa — o de maior risco do grupo do GH

Não aprovadoEixo do hormônio do crescimento

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

No Brasil: nenhum medicamento registrado com este princípio ativo. Conferido em 4 de setembro de 2026 no dado aberto da ANVISA, com 43.489 registros. Não existe bula brasileira, dose aprovada nem lote fiscalizado — o que circula é importação ou manipulação. A varredura completa está em O que existe no Brasil.
Atenção específica deste composto: Sinal de crescimento sistêmico e sustentado. Hipoglicemia e a questão de crescimento tecidual indesejado são as preocupações centrais.

Resumo

Análogo sintético e de ação mais longa do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1. O IGF-1 do próprio corpo leva sinais de crescimento do fígado ao músculo e ao osso; o LR3 faz o mesmo, mas resiste às proteínas de ligação, o que estende muito sua atividade.

Referência rápida

Via
Apenas subcutânea ou intramuscular. Não há forma oral ou tópica validada.
Esquema
1×/dia no planejamento, pela meia-vida de 20–30 h.
Contexto de dose
20–100 mcg/dia aparece nos protocolos de comunidade. Nenhum ensaio humano validou uma faixa.
Status
Não aprovado para nenhum uso humano. Banido em tempo integral pela WADA.

IGF-1 LR3 Formatos de protocolo

IGF-1 LR3 Formatos de protocolo
FaseDose diáriaFrequênciaObservações
Assessment20 mcg/dia1×/diaUsado para medir tolerância e resposta hipoglicêmica.
Faixa baixa20-40 mcg/dia1×/diaFaixa inicial mais citada. Nas fontes de comunidade, mulheres costumam ficar em 10–20 mcg/dia.
Faixa moderada40-80 mcg/dia1×/diaRetorno decrescente é comumente relatado acima de ~50–60 mcg/dia.
Faixa alta80-100 mcg/dia1×/diaRelatado por usuários avançados; a frequência de efeitos adversos sobe.

IGF-1 LR3 Formatos de protocolo

IGF-1 LR3 Formatos de protocolo
FaseDose diáriaSiteObservações
Assessment20 mcg/diaMúsculo treinado, pós-treinoValem as mesmas regras de monitoramento de glicose da via subcutânea.
Low-moderate20-50 mcg/diaMúsculo treinado, pós-treinoUsado onde o interesse é sinalização de hipertrofia localizada.
Moderate-high50-100 mcg/diaMúsculo treinado, pós-treinoA frequência de efeitos adversos sobe na parte alta da faixa.

Estrutura do ciclo

Estrutura do ciclo
AbordagemOn-cicloOff-cicloIndicado para
Conservador3–4 semanas4–6 semanasAvaliação de tolerância em dose baixa, nos primeiros ciclos.
Padrão4 semanas4 semanas minimumEstrutura mais citada na comunidade.
Estendido5–6 semanas6 semanas minimumUsado apenas depois que ciclos anteriores confirmaram a tolerância à glicose.

IGF-1 LR3 Guia de reconstituição

IGF-1 LR3 Guia de reconstituição
Água bacteriostáticaConcentraçãoDose de 20 mcgDose de 40 mcgDose de 50 mcgDose de 80 mcgDose de 100 mcg
1 mL1.000 mcg/mL0,02 mL (2 unidades)0,04 mL (4 unidades)0,05 mL (5 unidades)0,08 mL (8 unidades)0,10 mL (10 unidades)
2 mL500 mcg/mL0,04 mL (4 unidades)0,08 mL (8 unidades)0,10 mL (10 unidades)0,16 mL (16 unidades)0,20 mL (20 unidades)
3 mL333 mcg/mL0,06 mL (6 unidades)0,12 mL (12 unidades)0,15 mL (15 unidades)0,24 mL (24 unidades)0,30 mL (30 unidades)

IGF-1 LR3 Guia de reconstituição

IGF-1 LR3 Guia de reconstituição
Água bacteriostáticaConcentraçãoDose de 20 mcgDose de 40 mcgDose de 50 mcg
0,5 mL200 mcg/mL0,10 mL (10 unidades)0,20 mL (20 unidades)0,25 mL (25 unidades)
1 mL100 mcg/mL0,20 mL (20 unidades)0,40 mL (40 unidades)0,50 mL (50 unidades)

IGF-1 LR3 Linha do tempo e o que monitorar

IGF-1 LR3 Linha do tempo e o que monitorar
JanelaO que costuma ser acompanhadoO que isso diz
Semana 1Glicemia de jejum, sintomas de hipoglicemia, resposta no local da injeçãoA frequência de hipoglicemia foi maior no primeiro mês de tratamento com Increlex. Checagem diária de glicose nessa janela é o monitoramento de maior rendimento.
Semanas 2–3Peso em repouso, circunferência abdominal e tendência da glicemia de jejumIdentifica retenção hídrica precoce ou aumento abdominal fora do comum.
Semanas 3–4Insulina de jejum, glicemia de jejum e marcadores de desempenhoA tendência da insulina é mais informativa por volta da semana 3–4, nos relatos de comunidade.
Fim do cicloRepetir glicemia de jejum, insulina de jejum e circunferência abdominalComparação com o basal. Uma pausa limpa exige que esses valores voltem ao basal antes de qualquer ciclo seguinte.
Fora de ciclo (4+ semanas)Resolução de sintomas e marcadores de jejumA pausa é quando a sensibilidade à insulina e a do receptor de IGF-1 se recuperam.

IGF-1 LR3 vs. IGF-1 DES vs. hGH vs. mecasermina

IGF-1 LR3 vs. IGF-1 DES vs. hGH vs. mecasermina
ItemIGF-1 LR3IGF-1 DES (1-3)hGH (somatropina)Mecasermina (Increlex)
TipoAnálogo sintético de IGF-1Variante truncada de IGF-1Hormônio do crescimento recombinanteIGF-1 humano nativo recombinante
Aminoácidos836719170 (idêntico ao IGF-1 endógeno)
Meia-vida20-30 h~20-30 min2-3 h~5,8 h
Potência no receptor~3× o IGF-1 nativo~10× o IGF-1 nativo (localmente)Indireto (aciona o IGF-1 endógeno)1× (é o IGF-1 nativo)
AçãoSistêmico, de ação longaLocalizado e rápidoCascata sistêmica, a montanteSistêmico, terapia de reposição
Frequência de dose1×/dia2-3x diário1-2x diário2×/dia SubQ
Contexto de dose comum20–100 mcg/dia (pesquisa)50–150 mcg/dia, dividida (pesquisa)2–8 UI/dia (pesquisa)0,04–0,12 mg/kg 2×/dia (clínico)
Ligação a IGFBPMuito baixoMuito baixoN/A (acts upstream)Normal (afinidade completa por IGFBP)
Status FDANão aprovadoNão aprovadoAprovado pela FDA (várias indicações)Aprovado pela FDA (deficiência primária grave de IGF-1 em pediatria)
Status na WADAProhibitedProhibitedProhibitedProhibited
Nota práticaAnálogo de IGF-1 de ação longa, com o maior acúmulo de dados de comunidadeSinalização localizada e rápida; janela muito curtaEfeito endócrino mais amplo; produto de grau clínicoO composto de referência clínica para todo o resto desta coluna

Armazenamento e manuseio

As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.

  • Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
  • Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
  • Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
  • Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
  • Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
  • Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.

Exames e monitoramento

Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.

  • Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
  • Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
  • Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
  • Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.

Limites da evidência

O que estes números são e o que não são. Os valores acima foram preservados exatamente como aparecem na fonte, sem reinterpretação. O que a fonte descreve como prática de comunidade está marcado assim nas tabelas; o que veio de ensaio publicado também. Uma dose repetida por muita gente não vira dose validada por repetição.

Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.

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