TB-500
Fragmento da timosina beta-4 — migração celular
Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.
Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.
A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.
Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.
Resumo
Fragmento sintético de 7 aminoácidos da timosina beta-4, um peptídeo maior presente em todo o corpo. A sequência é Ac-LKKTETQ, que corresponde aos aminoácidos 17–23 da Tβ4. O prefixo 'Ac' indica acetilação numa das pontas. O interesse está em migração celular e reparo sistêmico, e não local como o BPC-157.
Referência rápida
- Via
- Subcutânea na maioria dos protocolos. Alguns estudos animais usam IM ou intraperitoneal.
- Concentração
- Frasco de 10 mg + 2 mL de água bacteriostática = 5 mg/mL. Na U-100, 10 unidades = 0,10 mL ≈ 500 mcg.
- Esquema
- Fase de ataque (2×/semana) seguida de manutenção (1×/semana).
- Ciclo
- 4–12 semanas. As fases longas de manutenção são discutidas de forma menos consistente.
Padrões de dose
| Fase | quantidade semanal | Frequência | Duração |
|---|---|---|---|
| ataque | ~4-5 mg/semana | 2×/semana | Semanas 1–6 |
| Manutenção | ~2-2,5 mg/semana | 1×/semana | Semanas 7–12 |
| Intervalo | 0 mg | Nenhum | 4–8 semanas |
Padrões de dose
| Fase | Quantidade por dose | Frequência | Duração |
|---|---|---|---|
| Front-ataque | ~2-2,5 mg | A cada 2–3 dias | Semanas 1–2 |
| desmame | ~2-2,5 mg | 1×/semana | Semanas 3–8 |
Diretrizes de ciclo
| Abordagem | Duração | Intervalo | Indicado para |
|---|---|---|---|
| Short ciclo | 4–6 semanas | 4 semanas | Foco em uma única questão de pesquisa |
| Standard ciclo | 8–12 semanas | 4–8 semanas | A maioria dos planos citados pela comunidade |
| manutenção após o ataque | 1×/semana, 6–12 semanas | Variable | Continuação após fase de ataque de 4–6 semanas |
TB-500 Guia de reconstituição
| Frasco | Água bacteriostática | Concentração | 10 unidade draw | 100 unidade draw |
|---|---|---|---|---|
| 10 mg | 2,0 mL | 5,0 mg/mL | 0,10 mL = 500 mcg | 0,50 mL = 2,5 mg |
| 10 mg | 3,0 mL | 3,33 mg/mL | 0,10 mL = 333 mcg | 0,75 mL = 2,5 mg |
TB-500 vs. BPC-157
| Reference | TB-500 | Timosina beta-4 (molécula inteira) | BPC-157 |
|---|---|---|---|
| Length | 7 aminoácidos | 43 aminoácidos | 15 aminoácidos |
| Fonte | Fragmento sintético | Peptídeo endógeno | Sintético, derivado do suco gástrico |
| Referência de mecanismo principal | Ligação à actina (fragmento) | Sequestro de actina; sinalização mais ampla | Sinalização de fator de crescimento, angiogênica e citoprotetora |
| Evidência humana mais forte | Nenhuma para o fragmento especificamente | Fase 2 em ferida, fase 3 ocular (tópico) | Estudos pequenos abertos e séries de casos para dor articular |
| Status FDA | Não aprovado; revisão do PCAC em 23/07/2026 | Não aprovado; investigacional em formulações tópicas e oftálmicas | Não aprovado; revisão do PCAC em 23/07/2026 |
| Status na WADA | Proibido (classe S0) | Proibido (classe S0) | Proibido (classe S0) |
Armazenamento e manuseio
As regras abaixo valem para praticamente todo peptídeo liofilizado desta referência. Onde o composto tiver exigência própria, ela aparece na tabela da seção anterior.
- Pó liofilizado, fechado: geladeira, entre 2 e 8 °C, protegido da luz. Muitos toleram temperatura ambiente por períodos curtos de transporte, mas isso é tolerância, não recomendação.
- Depois de reconstituído: sempre refrigerado, entre 2 e 8 °C. A janela de estabilidade cai para dias ou poucas semanas, conforme o composto.
- Nunca congelar depois de reconstituir. O ciclo de congelamento e descongelamento degrada o peptídeo.
- Não agitar. Girar o frasco devagar. Agitar quebra a cadeia peptídica.
- Água bacteriostática pela parede do frasco, em fio lento, e não jorrada direto sobre o pó.
- Solução turva, com partículas ou mudança de cor: descartar. Não existe recuperação.
Exames e monitoramento
Esta lista é a que aparece de forma recorrente na fonte, com pequenas variações por composto. Serve como ponto de partida para conversar com um profissional — não como substituto dessa conversa.
- Antes de começar: hemograma completo, painel metabólico completo, perfil lipídico, glicemia de jejum e HbA1c, TSH e T4 livre, pressão arterial e frequência cardíaca de repouso.
- Conforme o composto: IGF-1 (eixo do GH), lipase e amilase (VIP e os agonistas de incretina), cobre sérico e ceruloplasmina (GHK-Cu e blends que o contenham), PCR.
- Reavaliação: a maior parte dos protocolos revisa entre a semana 4 e a 8, e depois a cada 8–12 semanas.
- Não esperar o exame de rotina diante de dor abdominal, alteração visual, mudança em pinta, falta de ar, inchaço assimétrico ou qualquer sintoma novo e persistente. Isso é procura de atendimento, não item de planilha.
Limites da evidência
Fonte dos dados: peptidedosingprotocols.com, acesso em 3 de setembro de 2026. Tradução e organização em português são autorais. Nenhuma fonte primária (PubMed, registro de ensaio, bula) foi conferida na montagem desta página — a checagem foi contra a fonte secundária, e só.